domingo, 14 de fevereiro de 2016

Anorexia e Bulemia




Texto 1

Moda tem que parar de sacrificar modelos

Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda. As garotas, muitas delas recém-chegadas à adolescência, exibem verdadeiros gravetos como pernas e, no lugar dos braços, carregam espécies de varetas desconjuntadas. De tão desencarnadas e enfraquecidas, algumas chegam a se locomover com dificuldade quando têm que erguer na passarela os sapatos pesados de certas coleções.


Usualmente consideradas arquétipos de beleza, essas modelos já estão se acercando de um estado físico limítrofe, em que a feiura mal se distingue da doença.


Essa situação tem o conluio de todo o meio da moda, que faz vista grossa da situação, mesmo sabendo das crueldades que são impostas às meninas e das torturas que elas infligem a si mesmas para permanecerem desta maneira: um amontoado de ossos, com cabelos lisos e olhos azuis.


Uma rede de hipocrisia se espalhou há anos na moda, girando viciosamente, sem parar: os agentes de modelos dizem que os estilistas preferem as moças mais magras, ao passo que os estilistas justificam que as agências só dispõem de meninas esqueléticas. Em uníssono, afirmam que eles estão apenas seguindo os parâmetros de beleza determinados pelo “mercado” internacional, indo todos se deitar, aliviados e sem culpa, com os dividendos debaixo do travesseiro.


Alguns, mais sinceros, dizem que não querem “gordas”, com isso se referindo àquelas que vestem nº 36. Outros explicitam ainda mais claramente o que pensam dessas modelos: afirmam que elas não passam de “cabides de roupas”. 

Enquanto isso, as garotas emagrecem mais um pouco, mais ainda, submetidas também a uma pressão psicológica descomunal para manterem, em pleno desenvolvimento juvenil, as características de um cabide.

(...)
Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país.


Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia. 


O filósofo italiano Giorgio Agamben escreveu que as modelos são “as vítimas sacrificiais de um deus sem rosto”. É hora de interromper esse ritual sinistro. É hora de parar com essas mistificações da moda, que prega futuros ecológicos, convivências fraternais e fantasias de glamour, enquanto exibe nas passarelas verdadeiros flagelos humanos.


Fonte:Folha de São Paulo, ALCINO LEITE NETO, EDITOR DE MODA, VIVIAN WHITEMAN
DA REPORTAGEM LOCAL

Compreensão e Interpretação
1. O texto 1 incia-se com uma discrição da condição das modelos que participam de desfiles de moda. Que tipo de sentimentos os jornalistas manifestam diante do que veem, aos fazer uso de expressões como "varetas desconjuntadas", "desencarnadas e enfraquecidas" e "nível irresponsável e escandaloso"?
2. A partir do terceiro paráfrafo, fica claro que, além de informar, o texto 1 tem também a finalidade de denunciar. De acordo com o texto:
a) Por que os agentes de modelos dão preferência às modelos magras?
b) E os estilistas?
c) A quem os agentes de modelos, os estilistas e as agências atribuem a preferência por modelos magras?
d) Que metáfora o autor utiliza para nomear essa farsa?
3. No oitavo parágrafo do texto 1', os autores alertam sobre o risco que a exposição da magreza excessiva das modelos pode representar para os adolescentes brasileiros. Qual é esse risco?
4. Releia os dois últimos parágrafos do texto 1. Neles, são representadas algumas contradições que envolvem o mundo da moda.
a) Quais são essas contradições?
b) A respeito da frase "[as modelos são] as vítimas sacrificais de um deus sem rosto", do filósofo Giorgio Agamben, interprete: O que ou quem pode ser "o deus sem rosto"?

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Texto 2

Plástica na adolescência




É cada vez mais comum jovens recorrerem a plásticas, sobretudo ao implante de silicone e lipoaspiração.



De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), dos 629 mil procedimentos cirúrgicos estéticos realizados no Brasil entre setembro de 2007 e agosto de 2008, 37.740 (ou 8%) foram feitos em adolescentes. O dado deriva de um estudo inédito, que avaliou o número e o tipo de cirurgias registrados nesse período, tendo como fontes os 3.533 cirurgiões associados. Por falta de dados anteriores, não se sabe como era esse panorama. Porém, médicos atestam que jovens estão recorrendo, cada vez mais cedo, a cirurgias plásticas que, tradicionalmente, são feitas na idade adulta.

"Há cinco, dez anos, queriam corrigir pequenos problemas, como orelha de abano e imperfeições no nariz . Hoje, os adolescentes, em especial as meninas, querem se submeter a uma plástica por outros motivos", assegura o cirurgião plástico Sebastião Guerra, de Belo Horizonte, presidente eleito da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica 2010/2011. Segundo ele, assim como ocorre com as mulheres adultas, a maioria das garotas quer aumentar os seios ou fazer lipoaspiração. "As correções de nariz e orelha caíram para terceiro e quarto lugares na lista de procura."

Corpo de mulher. Segundo o cirurgião Sebastião Guerra, enquanto os meninos são mais ponderados - pensam, planejam, decidem, desistem -, as meninas estão cada vez mais seguras do que querem. Muitas vezes, já chegam ao consultório dizendo que desejam uma prótese mamária e informando a quantidade de silicone que vão colocar. "Somos reticentes em operar uma adolescente de 13 anos, por exemplo. Mas isso não quer dizer que ela não possa ser operada", ressalva.

O que o cirurgião quer dizer é que não há uma idade mínima para que um jovem se submeta a uma intervenção estética. Mas deve-se tomar cuidado com relação à constituição corporal. "Hoje, uma adolescente de 13, 14 anos já tem o corpo de mulher. Além da autorização dos pais, é preciso fazer uma avaliação médica e, quando necessário, adiar a cirurgia para mais dois anos, no mínimo."

Fase de mudanças. Para o médico hebiatra (especialista em adolescentes) Mauro Fisberg, é preciso saber se a intervenção pode influenciar de maneira importante a vida do jovem. "Cirurgia plástica reparadora é uma intervenção estética e, ao mesmo tempo, reparadora", afirma. "Pode melhorar muito a autoestima da menina, além de corrigir a postura." Ainda assim, acrescenta, a indicação é a de que a paciente tenha chegado ao que os médicos chamam de "maturação sexual", com mamas no estágio 4 - no tamanho das de uma adulta.

O médico lembra que, atualmente, é comum adolescentes desejarem próteses de silicone como presente de 15 anos ou de formatura. "É preciso avaliar se a adolescente tem mamas realmente pequenas para a sua estrutura e se possui uma caixa torácica suficiente para suportar o tamanho das próteses." Segundo ele, é fundamental saber se a intervenção vai trazer benefícios a longo prazo. "É preciso bom senso dos pais e, principalmente, do cirurgião, pois essas cirurgias podem mudar o padrão de equilíbrio corporal."

O cirurgião plástico José Teixeira Gama é taxativo quando o assunto é intervenção cirúrgica estética em jovens com menos de 18: "Só opero adolescente com a indicação médica, e nunca por estética simplesmente.São muito novos para decidirem sobre mudanças no corpo. Além disso, toda cirurgia traz riscos à saúde e uma cicatriz."

Fonte: Fabiana Gonçalves, O Estado de São Paulo, 2010.

Compreensão e Interpretação

5. De acordo como texto 2, os cirurgiões plásticos brasileiros vêm observando nos últimos anos uma mudança relativa à realização de cirurgias plásticas em adolescentes.
a) Qual é a novidade?
b) Como era antes?
6. Fazer ou não fazer uma cirurgia plástica em adolescentes, principalmente quando se trata de aumentar seios ou realizar lipoaspiração, pode ser um assunto controvertido. 
a) Os médicos entrevistados têm uma posição em comum sobre esse tipo de cirurgia? Justifique sua resposta.
b) Segundo os médicos que aceitam fazer cirurgia, que benefícios esse tipo de intervenção pode trazer ao jovem?
c) E que prejuízos pode trazer?
7. Embora foquem assuntos diferentes, os dois textos têm aspectos em comum. Para concluir o estudo, indique entre os itens a seguir aquele que apresenta uma afirmação falsa a respeito dos textos.
a) tanto o texto 1 quanto o texto 2 tratam da existência de padrões estéticos de beleza e da pressão que eles exercem sobre os adolescentes.
b) Enquanto o texto 1 só mostra preocupação com o problema das modelos profissionais, o texto 2 discute o padrão de beleza das adolescentes em geral.

c) O texto 1 aponta o risco que o padrão estético das modelos- amplamente divulgado pela mídia – representa para os adolescentes brasileiros. O texto 2 mostra como as adolescentes são suscetíveis a padrões de beleza difundidos pela mídia, a ponto de correr riscos para se adequar a eles. 


Deuses e Heróis

Assista a pequena história dos deuses gregos

Deuses Gregos





A Mitologia Grega é um conjunto de mitos (histórias e lendas), sobre vários deuses, heróis, titãs, ninfas, e centauros. A Mitologia Grega originou-se da união das mitologias dórica e micênica. Seu desenvolvimento ocorreu por volta de 700 a. C.

Os deuses do Olimpo são os deuses mais poderosos dos vários grupos de deuses. Os deuses do Olimpo se dividem em várias classes. A classe superior é formada pelos seguintes deuses:

Zeus - governante dos demais deuses.
Hera – deusa que protegia casamentos (irmã e esposa de Zeus).
Apolo - deus da luz, poesia e da música.
Atena - deusa da sabedoria.
Afrodite - deusa do amor e da beleza.
Ares - deus da guerra.
Poseidon - deus do mar
Hefesto - deus do fogo
Ártemis - deusa da caça
Héstia - deusa do coração e da chama sagrada
Deméter - deusa da agricultura.
Hermes - mensageiro dos deuses.
A classe inferior dos deuses é formada por:

Hades - deus dos infernos (irmão de Zeus)
Dioniso - deus do vinho, em algumas regiões era tão importante quanto Zeus.
Pã - deus das florestas.
As ninfas eram consideradas as guardiãs da natureza e as musas, representavam as artes e as ciências.

Os heróis, seres mortais, alguns filhos de deuses com humanos, são muito importantes na mitologia grega. Os de maior destaque são:

Aquiles
Jasão
Teseu
Édipo
Agamenon
Menelau
Ulisses
O principal herói grego é Heracles, ou em romano, Hércules. Ele era filho de Zeus e Alcmena.

A Mitologia Grega pode ser observada em vários filmes, que buscam retratar a Grécia Antiga e seus personagens fantásticos.

(Com informações do site InfoEscola)



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O dia em que vi Pégaso nascer

Meu nome é Atena.
Sou a deusa da Sabedoria.
[...}
Foi por admirar a força da juventude e a pureza de espírito que resolvi ajudar Perseu, o mais nobre de todos os jovens guerreiros da antiga Grécia. Tudo começou inesperadamente, no meio de uma festa.

Eu costumava observar Perseu do alto do Olimpo e acompanhar seu treinamento de guerreiro. Ele era jovem, veloz, esperto, mas gostava de tentar fazer coisas além de suas forças.

Convidado para jantar na casa do rei, Perseu decidiu que precisava impressioná-lo. E declarou, diante de todos os convidados, que arriscaria a vida para matar Medusa, minha monstruosa inimiga, a criatura gigantesca que destruía todos os que se atrevessem a entrar em seu esconderijo nas cavernas.

Medusa era o nome de uma das três cabeças das górgonas que habitavam o corpo de um enorme dragão. Suas patas mortais eram de bronze, e as pequenas patas, de ouro. O olhar de medusa era tão poderoso que transformava homens em estátuas de pedra. Para vencê-la, seria necessária muita força, agilidade e toda a proteção do mundo.

Quando me contaram que Perseu havia se oferecido para enfrentar a fera, admirei sua coragem e resolvi ajudá-lo. Assim que a luta entre ambos foi marcada, tive uma idéia: chamei à minha presença Hermes, meu irmão, mensageiro dos deuses, e juntos nos revelamos a Perseu. Nós lhe dissemos que precisávamos estar ao seu lado durante a luta e que, caso desejasse a vitória, deveria obedecer às nossas ordens.

Primeiro lhe pedimos que procurasse as ninfas, as jovens mágicas dos lagos e rios, pois elas o amavam e fabricariam uma arma especial para ele. Perseu obedeceu, e das lindas ninfas ganhou sandálias aladas, uma sacola mágica e um capacete que lhe conferiu o poder da invisibilidade.

Hermes, achando que Perseu necessitava de mais de uma arma, ofereceu-lhe uma lança leve e cortante como a minha. Quanto a mim, Palas Atena, deusa grega da sabedoria*, resolvi acompanhá-lo, pessoalmente e lutar a seu lado caso fosse preciso.

No dia do combate, desci até a gruta do monstro e me escondi num canto. O lugar era repugnante. A fera exalava um cheiro horrível, o ar estava úmido e pesado, por todos os lados eu via estátuas de pedra, na verdade os corpos dos guerreiros assassinados por Medusa e suas irmãs.

A entrada de Perseu foi inesquecível. Ele rasgou os céus como uma águia. Rapidamente aplicou um golpe certeiro no monstro e cortou-lhe uma das cabeças. Sangue verde espalhou-se por toda a caverna, e as duas cabeças restantes começaram a urrar. Ainda voando, Perseu afastou-se e, em seguida, apontou sua lança contra a segunda cabeça. Ela também caiu por terra. Só que, quando isso aconteceu, uma das patas do monstro o atingiu e Perseu perdeu o equilíbrio. Seu capacete caiu no chão e ele imediatamente se tornou visível.

— Ah! Jovem atrevido! — gritou a Medusa com sua voz grossa e tenebrosa. No ar, Perseu voava em círculos, mantendo-se de costas para o monstro. Ele sabia que, caso a fitasse nos olhos, se transformaria numa estátua. — Agora você não me escapa!

Percebi que precisava entrar em cena. Lembrei-me de que tinha um escudo comigo. Gritei:

— Perseu! apanhe o escudo, proteja-se!
Recuperando as forças Perseu agarrou meu escudo no ar. Ele havia sido forjado pelas ninfas. Sua superfície brilhava com a limpidez das águas e refletia imagens como um espelho. Empunhando-o, Perseu desafiou a fera:

— Olhe para mim, criatura medonha!

Quando ela percebeu o truque, era tarde demais. Perseu levantou o escudo na altura da cabeça do monstro. Assim que a Medusa olhou para a própria imagem refletida em sua superfície polida, sentiu seu corpo todo enrijecer-se e transformar-se numa gigantesca estátua acinzentada.

Perseu desceu ao solo e eu o amparei. Ele se recostou contra a parede e, ao seu lado, presenciei uma das mais belas cenas de minha longa vida de deusa. Do sangue verde e viscoso das horríveis górgonas saiu uma luz azul dourada e brilhante que aos poucos foi tomando forma. Lentamente foram surgindo os contornos de um maravilhoso cavalo alado.

O magnífico animal aproximou-se de nós e abaixou a cabeça, balançando a crina ondulante e prateada como se nos cumprimentasse. O nome Pégaso estampou-se em minha mente e eu o acariciei. Em seguida, Perseu montou no dorso do animal para que este o levasse até seu rei. Perseu prometera entregar-lhe a cabeça cortada de Medusa.

E que espanto meu jovem amigo causaria ao mostrar aos gregos seu luminoso animal e seu novo escudo, com a face tenebrosa da Medusa eternamente marcada em sua superfície mágica!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Consulesa francesa no Brasil, Alexandra Loras fala sobre o racismo


Racismo? Estou fora!




Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
 
Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  O art. 26-A da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26-A.  Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
§ 1o  O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
§ 2o  Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” (NR)
Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  10  de  março  de 2008; 187o da Independência e 120o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Programação de Novembro/2015

Provão

- 8A e 8B: dia 18/11/15

Roda de Leitura (8A e 8B):


- Para os dias 24 e 25 de novembro.


Prova dos Livros: 

- Prova do Livro da 8A - A droga da obediência - Prova dia 27/11/15. Novembro o livro será A droga da obediência 


- Prova do Livro da 8B - A verdadeira história de Bimba, o bam-bambã da escola - Prova dia 27/11/15. 



Conteúdos gerais Anúncio publicitário e textos prescritivos:

Anúncio publicitário e textos prescritivos: Diálogos com outros gêneros

Traços do discurso publicitário: uma reflexão historicamente construída (por meio de leituras e escutas de textos artísticos produzidos em diferentes momentos históricos)

Estudos lingüísticos · Complementos acessórios (adjunto adnominal, Adjunto adverbial, vocativo e aposto) · Concordância verbal · Concordância nominal

Leitura intertextual e interdiscursiva de anúncios publicitários e textos prescritivos produzidos em diferentes momentos históricos (interpretação, inferência, fruição, situacionalidade, leitura dramática, polifonia, leitura em voz alta)

Produção intertextual e interdiscursiva de anúncio publicitário e textos prescritivos (coerência, coesão, intertextualidade, intencionalidade, situcionalidade, heterogeneidade, polifonia)

Escuta de textos prescritivos e anúncio publicitário em diferentes situações de comunicação e momento histórico t Leitura oral: ritmo, entonação · respiração · qualidade da voz · elocução e pausa

Fonte: Proposta Curricular do Estado de São Paulo.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Verbos Imperativos (Exercícios)

1. O modo imperativo não possui primeira pessoa do singular, já que é impossível dar uma ordem ou fazer um pedido a si mesmo.

2. É muito comum a substituição do imperativo pelo presente do indicativo, como forma de suavizar a maneira com que as ordens são dadas:

“- Eh! Gaetaninho! Vem prá dentro.” (Alcântara Machado, 2004)
- O que faço agora?
- Você põe a panela no fogo.

3. O imperativo, em alguns casos, também pode ser substituído pelo gerúndio ou pelo futuro do presente simples:

Andando, pessoal, andando! Precisamos concluir o trajeto ainda hoje!
Iremos para a sala do diretor agora.


Fonte: http://www.laits.utexas.edu/clicabrasil/sites/laits.utexas.edu.clicabrasil/files/IMPERATIVO.pdf


Exercícios

01. Assinale a resposta correspondente à alternativa que completa corretamente os espaços em branco:

Não .................... Você não acha preferível que ele se ........................ sem que você o ......................?

a) interfere - desdiz - obriga

b) interfira - desdisser - obrigue

c) interfira - desdissesse - obriga

d) interfere - desdiga - obriga

e) interfira - desdiga - obrigue

02. A forma verbal do imperativo não está correta na frase:
 a) Tu falas demais! Fala um pouco menos!
b) Você fala demais! Fale um pouco menos!
c) Nós falamos demais! Falemos um pouco menos!
 d) Vós falais demais! Faleis um pouco menos!
 e) Eles falam demais! Falem um pouco menos!

03. Considerando o emprego do imperativo dos verbos entre parênteses, assinale a série que preenche corretamente as frases abaixo :
 Menino, .......... amigo de seus pais. (ser)
Menino ........... bondoso com teus amigos. (ser)
Prepare-se para partir e ......... os livros na estante. (pôr)
 ............ eternamente teu glorioso nome. (honrar)
............ bons em vossas ações. (ser)

a) sede – sejas – ponhas – honrai – sê
b) seje – sejais – ponde – honra – sejais
c) sê – sede – põe – honres – sede
d) seja – sejas – põe – honre – sejais
e) seja – sê – ponha – honra – sede

04. Segundo o exemplo, assinale a alternativa correta: Jogar? Jogai vós. Faça o mesmo com os verbos: trazer, tragar, ir, ler
 a) trazei, tragai, ide, lede
b) tragam, traguem, vão, leiam
c) trazeis, tragais, ides, ledes
d) tragais, tragueis, vades, leiais
e) traze, traga, vão, leia

05. Aponte a alternativa correta:
............ em ti; mas nem sempre ................ dos outros.
 a) Creias – duvides b) Crê – duvidas c) Creias – duvidas d) Creia – duvide e) Crê – duvides

06. “Aproveita, pois, a lição!” Assinale a alternativa em que a forma verbal é a mesma do verbo destacado na frase acima:
 a) Como te enganas, meu filho!
b) Ai, que ainda me bate o coração!
c) Vem cá, meu filho!
d) Sim senhor! É interessante isto!

07. No período “Fecha os olhos e esquece”, os verbos estão na segunda pessoa do singular do imperativo afirmativo. Damos a seguir algumas variações desse mesmo período, mudando ora o tratamento, ora a forma do imperativo; uma delas é incorreta. Assinale-a:
a) Não feches os olhos, nem esqueças.
 b) Fechai os olhos e esquecei.
 c) Feche V. Ex.ª os olhos e esqueça.
d) Não fecheis os olhos, nem esqueçais.
 e) Não fechai os olhos, nem esquecei.

08. Assinale a única alternativa que contém erro na passagem da forma verbal, do imperativo afirmativo para o imperativo negativo:

a) parti vós - não partais vós

b) amai vós - não ameis vós

c) sede vós - não sejais vós

d) ide vós - não vais vós

e) perdei vós - não percais vós

09. Para completar corretamente as frases:

........................... (pôr - imperativo afirmativo) mais atenção no que você faz.

...................... (pôr - imperativo afirmativo) mais atenção no que tu fazes.

..................... (pôr - imperativo afirmativo) mais atenção no que vós fazeis.

...................... (requerer - primeira pessoa do singular do presente do indicativo) licença.

a) ponha, põe, ponde, requeiro

b) ponhas, põe, ponde, requeiro

c) ponde, ponde, punhas, requero

d) ponhe, ponde, punhas, requero

e) n.d.a


10. Assinale a alternativa em que todas as formas estejam na segunda pessoa do plural do imperativo afirmativo:

a) ouvi, vinde, ide, traze

b) ouvi, vinde, ide, trazei

c) ouvi, venhas, ide, trazei

d) ouça, vinde, vá, tragais

e) ouça, venhas, vás, tragais


11. "Não fales! Não bebas! Não fujas!" Passando tudo para a forma afirmativa, teremos:

a) Fala! Bebe! Foge! d) Fale! Beba! Fuja!

b) Fala! Bebe! Fuja! e) Fale! Bebe! Foge!

c) Fala! Beba! Fuja!